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Arujá

Serviços e comércio puxam alta de 10,4 mil vagas formais em Arujá no acumulado do ano

Município registrou 10.482 contratações com carteira assinada entre janeiro e julho; setor de serviços liderou com 3.344 novos postos.

Arujá registrou 10.482 vagas formais no acumulado do ano, puxadas por serviços e comércioFoto: Prefeitura Municipal de Arujá
Raphael Nogueira Felix
3 de setembro de 202615:39
Atualizado agora há pouco às 18:39

Arujá segue em ritmo acelerado na criação de empregos formais. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que o município acumulou 10.482 vagas com carteira assinada entre janeiro e julho deste ano. O resultado consolida a cidade como um polo de oportunidades na região do Alto Tietê.

O desempenho é puxado, principalmente, pelos setores de Serviços e Comércio, que juntos responderam por mais de 6,5 mil contratações no período. Os serviços lideraram o saldo, com 3.344 novos postos, seguidos de perto pelo comércio, que abriu 3.202 vagas. O aquecimento nesses segmentos indica maior circulação de renda dentro do próprio município.

A indústria, tradicionalmente forte na economia local, também contribuiu de forma expressiva: foram 3.143 oportunidades criadas nos primeiros sete meses do ano. A construção civil registrou 765 novas vagas, enquanto a agropecuária teve o menor volume, com 28 postos formais no acumulado.

Para o prefeito Luis Camargo, os números refletem o ambiente de negócios construído na cidade nos últimos anos. «Esse número não é obra do acaso. É o reflexo direto de uma gestão que desburocratizou processos, investiu na infraestrutura dos nossos polos e deu segurança jurídica para quem quer produzir e gerar renda em Arujá», afirmou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, José Carlos, destacou a importância da diversificação dos setores. «O destaque nos Serviços e no Comércio mostra que a renda está circulando dentro da própria cidade», disse. Ele acrescentou que, ao mesmo tempo em que a planta industrial se mantém forte, o comércio e o setor produtivo absorvem mão de obra local.

Especialistas apontam que a combinação de setores é um fator de resiliência para o mercado de trabalho. A diversificação reduz a dependência de um único segmento e ajuda a sustentar o emprego mesmo em cenários de oscilação econômica. No caso de Arujá, a proximidade com grandes centros e a melhoria na infraestrutura têm atraído novos empreendimentos.

A prefeitura afirma que a geração de vagas está alinhada a políticas de desburocratização e incentivo à abertura de empresas. Entre as ações citadas estão a simplificação de licenciamentos e investimentos em áreas destinadas a polos industriais e comerciais.

Os dados do Caged são considerados um termômetro do mercado formal de trabalho no país. Para Arujá, o saldo positivo no acumulado do ano reforça a tendência de crescimento observada desde o início da gestão, segundo a administração municipal.

A expectativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico é de que o ritmo de contratações se mantenha até o fim do ano, impulsionado por datas sazonais como o fim de ano e a retomada de projetos na construção civil.

Com o resultado, Arujá se consolida como uma das cidades com melhor desempenho na geração de emprego na região, atraindo trabalhadores de municípios vizinhos em busca de oportunidades formais.

Fonte de referência: Prefeitura Municipal de Arujá — https://portaldenoticias.prefeituradearuja.sp.gov.br/noticias/aruja-gera-104-mil-empregos-em-sete-meses-e-consolida-forca-no-setor-de-servicos-e-comercio

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